A Teoria do Perdedor não é um ponto final. Sem arrogância, a pretensão aqui é abrir um debate. Sejam bem-vindos com comentários. Quem dá razão de existência do blog é quem lê e se manifesta.
A crítica pela crítica ou a polêmica por sí só não fazem meu gênero. Todo assunto abordado tem um motivo, fugindo do discurso derrotista que não apresenta soluções. Quando falo, por exemplo, do formato do ensino escolar é por acreditar que as disciplinas propostas deveriam ser inseridas à tal grade curricular e tantas outras retiradas por falta de uso. E até que ponto é utópico pensar que sejam?
Sabe aquela conversa que flue, mas termina em um: ”Mas, de que adianta, nós aqui tão insignificantes ficármos nesse papo se não vamos mudar coisa alguma ?”.
Tenho aversão a isso. Inútil tentar me convencer de que não podemos agir.
Meu nome é Inês Stein, tenho 26 anos e há anos sei qual é a minha: é escrever.
Não tenho diplomas, meu currículo não tem uma informação se quer sobre quem eu sou e meus planos são diferentes do que o sistema tem para mim.
P.S.: Não espere aqui informações mastigadas como encontra na maior parte das mídias, quem lê este blog não será chamado de idiota.
Adorei o seu blog. Textos q incitam a reflexao e(quem sabe)a atitudes.
Abracao!